Roda de Conversa – Educando com Amor

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No próximo domingo (26), aqui em São José dos Campos, acontece um piquenique muito especial, onde será realizada uma roda de conversa sobre educação com amor.

Idealizado por Priscila Santos, o encontro gratuito tem o objetivo de reunir mães, pais e cuidadores que tem interesse em debater assuntos tão importantes sobre a criação dos nossos pequenos – como criação com apego, disciplina positiva, comunicação não violenta, as delícias e os desafios que envolvem a criação desses pequenos.

Priscila, além de mãe, profissional e estudiosa da criação com apego e seus segmentos, ainda administra um grupo de interessados por esses assuntos – Educandocomamor.ep – que foi criado afim de acolher, ajudar, trocar informações e experiências em todos os assuntos relacionados a educação através do amor, comunicação não violenta, criação com apego, disciplina positiva, educação neuro compatível, entre outros.

O grupo conta hoje com 163 participantes super ativos e tem debates e reflexões importantes sobre esses assuntos. Sempre livre de qualquer julgamento e preconceito, como um espaço aberto para troca de experiências e desabafos.

Eu estarei por lá e vai ser um prazer participar pela primeira vez! Gratidão.

SERVIÇO:

Piquenique e Roda de Conversa – Educando com Amor

Quando – 26/05 as 15h30

Onde – Praça do Aquárius – São José dos Campos/SP.

 

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Especial Dia dos Pais na TV Vanguarda.

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Pedacinho da matéria no site da Vanguarda.

Nesse Dia dos Pais, pelo terceiro ano, o blog foi destaque na TV Vanguarda, afiliada da Rede Globo na região do Vale do Paraíba.

É sempre bom poder falar um pouco mais sobre paternagem e compartilhar as histórias com quem sempre busca dicas e apoio nessa tão incrível jornada.

Confere como ficou, clicando aqui.

Gratidão, sempre. 😉

Ser “pai solteiro” não é um estado civil.

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Há um ano atrás, a vida mudou um bocado para mim. E não só pra mim.

E, após todas essas mudanças, foi o momento de colocar a cabeça no lugar e me adaptar a nova realidade, que mudou bastante meu dia a dia e, principalmente, o tempo que eu teria dali em diante junto do meu filho.

A partir daquele momento, algumas pessoas próximas começaram a se referir a mim, então, como um “pai solteiro”.

Mas o que isso mudaria?

Assim como a paternidade acontece quando um filho(a) nasce e a paternagem tem muito mais a ver com escolha, tornar-se “pai solteiro” deve-se apenas a uma mudança de endereço, basicamente, e não a uma mudança da forma como encaramos o fato de sermos pai.

Não morar mais na mesma casa que ele e não estar mais com ele todos os dias não me torna menos pai, ou ainda não me fazia menos importante na vida dele. Requeria apenas uma adaptação e tornava mais difícil eu poder ajudar mais no dia a dia.

Adaptação essa muito mais crítica ainda para a mãe, que agora também teria que se desdobrar para estar com ele o tempo todo, para ser mãe, profissional e mulher, tudo ao mesmo tempo. Ser mãe é MUITO mais difícil do que ser pai, acredite!

Algumas vezes, esse processo de mudança e ajuste de realidade machuca. Não vou fingir que tudo acontece num passe de mágica, pois acredito que todos os envolvidos sofrem com a mudança. Mas, acima de tudo, os adultos dessa relação precisam se esforçar muito para que a parte emocionalmente menos preparada possa encarar isso da forma mais natural e menos traumatizante possível. Com muita compreensão e muito amor envolvido, tudo isso se torna mais fácil.

No entanto, ajustes são necessários. Agora, com duas casas, a da mamãe e a do papai, ele aprenderia a dividir o tempo dele entre duas pessoas que ama e, sem ter ainda maturidade emocional, precisando ser amparado para lidar com isso da melhor forma possível.

Assim como tudo na vida, o tempo é um fator de grande importância nisso tudo. Com ele, as coisas se ajeitam aos poucos. Rotinas são estabelecidas, acordos e combinados feitos e as coisas começam então a se encaixar. Hoje, depois de um ano, ainda há muito o que fazer pois tudo isso é um grande aprendizado mútuo, mas muita coisa já está no seu devido caminho.

Hoje, o tempo com ele é menor. Mas é mais intenso. Nos vemos menos (as vezes, acho que muito pouco 😦 ) mas quando estamos juntos matamos demais nossa saudade. Sinto muita falta dele, mas continuo acreditando que posso fazer e ser parte da vida dele como antes.

O ser humano é falho. O tempo todo. E eu não sou diferente. Poderia fazer mais, mas as vezes não consigo. E luto, internamente, para melhorar.

Mas continuo me considerando pai. Não um “pai solteiro”, mas apenas pai. Que não mora na mesma casa, que não o vê todos os dias (como eu gostaria) mas que é e sempre continuará sendo seu pai.

Definitivamente, “pai solteiro” não é um estado civil.

É apenas uma mudança de vida, que se levada com tranquilidade, discernimento e leveza pode ser minimizada e se tornar algo normal e cotidiano.

Até porque (mesmo que eu ache difícil) esse pai um dia pode ser “casado” de novo, não é?

Gratidão! ❤

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